sexta-feira, 13 de julho de 2012



Aromaterapia em animais


Há milhares de anos, os óleos das plantas vêm sendo utilizados em rituais e cerimônias religiosas, como medicamentos, ungüentos, perfumes e cosméticos, destacando-se sua utilização pelos egípcios, antigos mestres da perfumaria, os gregos que também os utilizaram largamente como remédios e cosméticos aromáticos, e os indianos, através da medicina Ayurvédica..
A aromaterapia pode ser utilizada para tratar tanto problemas emocionais,como físicos.
Os óleos essenciais assim com os florais carregam a essência da planta , sua vibração. Esses óleos tem uma força poderosa , e como se tivessem a ‘alma da planta “.
Os animais tem mais receptores olfativos – 200 milhões de receptores - que o ser humano cerca de 50 milhões , portanto a aromaterapia para animais tem que ser utilizada com cuidado , mas mesmo assim tem ótimos efeitos.
Razoes para utilizar a aromaterapia em animais.

diminuir agressividade
-minorar os sintomas de artrite
aliviar dores do câncer
diarréias
tratamento de dermatites seca
ajuda nas gengivites e mau hálito
depressão e ansiedade
melhora hiperatividade
para picadas de insetos
náuseas
micoses
cicatrizado de feridas


primeiros cuidados a tomar.

Os óleos essenciais não são essências , ou seja são altamente concentrados e não devem ser utilizados puros , eles precisam ser diluídos em outros óleos , chamados carreadores.
De um modo geral utilizamos uma a 3 gotas de óleo essencial para cada 10 ml de óleo carreador.
Podemos escolher os seguintes óleos,

Óleo de amêndoas doces
Óleo de semente de uva
Óleo de cenoura
Óleo de abacate
Óleo de girassol

Quais são os métodos para aromaterapia em animais

Podemos usar os aromatizadores ambientais
Usar topicamente , devidamente diluído em óleos carreadores ou em água destilada , ou filtrada , para a confecção de sprays..


IMPORTANTE. NÃO DEIXAR O ANIMAL INGERIR OS OLEOS , NUNCA!!!
Como escolher ou manipular um blend para o animal em questão

Há vários aromas consagrados para problemas específicos como dermatites , náuseas  etc , lógico podemos aproveitar desses conhecimentos que passaremos a seguir , mas na realidade deveríamos perguntar ao nosso paciente.
Você vai estranhar , mas como iremos fazer isso ao um animal , perguntar qual o aroma que mais lhe agrada.

Mas vamos lá , você gosta de passar um perfume que detesta

Então imagine Ter que ficar com esse perfume por horas. Então o que podemos fazer e,
Escolha um momento tranqüilo , em uma hora que o animalzinho não tenha se alimentado recentemente ou vá se alimentar , abra o vidro do óleo e deixe a uns 2 metros de distancia e vá aproximando devagar  , passe um pouquinho em sua mão e veja a reação do bichinho.
Se o cão rola , se esfrega  , você pode utilizar ate 3 vezes ao dia , passar sobre  o abdômen , evitando as áreas genitais.
Os sinais de um vivo interesse , cheirar por um longo tempo, lamber os lábios ou tentar lamber o frasco, pode ser utilizado duas vezes ao dia.
Os sinais de interesse moderado , Alguns sniffs,entao parece distante , mas uma pequena volta, ofereça uma vez ao dia.
Se o animal não se interessa de jeito nenhum , não se aplica.
Geralmente
Um animal vai querer usar o óleo por 3 a 10 dias . Não utilizar o óleo por mais de duas semanas sem aconselhamento de um profissional ,as vezes e preciso uma reavaliação do caso e mudanças nos aromas.
O êxito deste método se baseia no interesse do animal pelo aroma.
Por muitas vezes sabemos que animais não se interessam mesmo , enato vamos Ter que escolher por eles o mais adequado , respeitando quantidades mínimas de diluição

Aromaterapia em gatos.
Não e indicado aplicar óleos essenciais topicamente em gatos com raras exceções ,.Oferecer os óleos misturados em gel  com base água e não ultrapassar 10 gotas na mistura.
Falaremos adiante sobre óleos que contem fenois , proibidissimos para gatos

sábado, 31 de março de 2012

visionarios do caminho


Você sabe que em seu coração que há uma ordem natural na vida, algo mais soberano do que qualquer regra artificial ou leis feitas pelos homens poderiam expressar. Essa ordem natural é “O Caminho”.
O Caminho é refletido em você como a fonte da sua inspiração, a fonte de suas paixões, a sua sabedoria, seu entusiasmo, sua intuição, o fogo espiritual – AMOR. O Caminho elimina o caos do universo, sopra-o com vida refletindo a ordem divina. O Caminho, quando experimentado pela mente é genial, quando percebido pelos olhos é belo, quando captado pelos sentidos é graça, quando é aceito no coração é AMOR.
Muitas pessoas não conseguem sentir o Caminho diretamente… Mas, então, há os Visionários do Caminho. Os Guardiões da Chama.
Que confortam os perturbados e perturbam os confortáveis, pois, por manterem contato com a fonte original da realidade são capazes de romper as convenções sociais e mesmo os governos para realinhar a humanidade com o Caminho.


quinta-feira, 29 de março de 2012

ESTAMOS VACINANDO DEMAIS

ESTUDOS PROVARAM O QUE NÓS NATUROPATAS JA SABIAMOS A MUITO TEMPO
VACINAR DEMAIS FAZ MAL
VEJAM O DEBATE DO SITE CACHORRO VERDE

Também as diretrizes vacinais de aplicação internacional propostas em 2010 pelo World Small Animal Veterinary Association. A revisão de conceitos relacionados à vacinação, com objetivo de tornar essa importante medida mais segura, ética e eficiente vem acontecendo no âmbito acadêmico, em idioma estrangeiro, infelizmente longe das vistas da maioria dos veterinários clínicos-gerais brasileiros.

* a classificação das vacinas para cães e gatos em essenciais, opcionais e não-recomendadas;
* esquemas de imunização elaborados sob medida para o estilo de vida e histórico de cada paciente;
*problemas de saúde associados à vacinação excessiva

Lamentei acerca da dificuldade de se encontrar no Brasil (moro em São Paulo) o serviço de titulação de anticorpos para as doenças infecciosas mais importantes dos pets, como a cinomose e parvovirose caninas e a panleucopenia dos gatos. Eu estava equivocada – e esta é a boa notícia.
Titular anticorpos é medir a concentração de anticorpos IgG, específicos contra cinomose, por exemplo, no soro do sangue de um cão. Se o resultado do exame der positivo, significa que anticorpos foram detectados e que o animal já entrou em contato com o agente causador da doença, seja por meio de vacina ou por infecção prévia natural – e se encontra protegido. A literatura científica recente afirma que uma única vacina viva contra cinomose ou parvovirose, se aplicada em um cão saudável com mais de 4 meses de idade, é capaz de conferir proteção por 9 anos ou mais. Essa informação tornou obsoleta e cientificamente
injustificável a prática dos reforços anuais contra essas doenças. (Observação: vacinas contra agentes não-virais, como a leptospirose, leishmaniose e a “tosse dos canis” protegem por menos tempo, até um ano, em média. Para cães que correm risco de contraí-las, continua indicado o reforço anual.)
De carona nas novas descobertas, muitos países passaram a realizar reforços trienais contra as doenças virais mais importantes: raiva, cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa canina. Mas a permissão para vacinar a cada três anos pode gerar insegurança nos donos de pets. Se a literatura cita que a vacina protege por até 9 anos ou mais, vacinar a cada três anos também não seria um excesso? O oposto também gera dúvidas. E se, por algum problema – conservação inapropriada da vacina, baixa imunidade do animal à ocasião da aplicação – o organismo do cão não reconheceu o antígeno vacinal e não montou uma resposta imune adequada? Ou ainda, como comprovar para os donos do hotelzinho/ clube de agility/ etc que seu cão se encontra imunizado contra essas doenças? A resposta: realizando regularmente (ex: anualmente ou trienalmente) a titulação de anticorpos!
Com a titulação é possível verificar se nossos peludos de fato se beneficiariam com a aplicação do reforço e fazê-lo realmente sob necessidade, montando protocolos 100% individualizados.


Mas por que é importante titular anticorpos contra cinomose, parvovirose e hepatite infecciosa canina e não contra todas as outras doenças para as quais existem vacinas?
* Coronavirose (presente na V6, V8 e V10) – causa uma infecção intestinal bastante branda em filhotes de cães de até 2 meses de vida e a vacina protege por 9 anos ou mais.
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* Leptospirose (presente na V8, V10 e na vacina que protege exclusivamente contra lepto) – se o cão corre risco de se infectar, deve receber a vacina anualmente ou mesmo semestralmente. Vacinas não-virais (e a lepto é causada por bactéria) protegem por até 1 ano
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* Leishmaniose – se o cão corre risco de se infectar, deve receber a vacina anualmente. Vacinas não-virais (e a leish é causada por protozoário) protegem por até 1 ano.
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* Parainfluenza (presente na V6, V8 e V10) – infecção viral de bom prognóstico. A vacina protege por 9 anos ou mais.
* Adenovirose tipo II (presente na V6, V8 e V10) – infecção viral em geral de bom prognóstico. A vacina protege por 9 anos ou mais.
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* “Tosse dos Canis” – se o cão corre risco de se infectar, deve receber a vacina anualmente. Vacinas não-virais (e a “tosse” pode ser causada por bactérias) protegem por até 1 ano.
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* Giardíase – é atualmente considerada não-recomendada pelos pesquisadores por sua baixa eficácia preventiva, pela curta duração de sua proteção e porque a doença tem tratamento e, em geral, bom prognóstico.

* Raiva – embora exista no Brasil o serviço de titulação de anticorpos contra raiva e que haja estudos comprovando cientificamente que a vacina antirrábica protege por no mínimo 3-5 anos, a nossa legislação exige o reforço anual contra essa doença.
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The Daily Puppy